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Gustavo Ricardo Colloca - Professores

Gustavo Ricardo Colloca diz: Justiça de SP ordena o pagamento dos dias paralisados aos professores que estão em greve

Conforme informações de Gustavo Ricardo Colloca, essa decisão foi definida nesta última quarta-feira (13) através do Órgão Especial do Tribunal de Justiça. Gustavo Ricardo Colloca lembra que a manifestação derrubou a liminar do dia 1º de abril que estava contra o  pagamento.

Gustavo Ricardo Colloca disse que o Órgão Especial do Tribunal de Justiça de São Paulo acabou determinando nesta quarta-feira, dia 13, que o governo estadual deixe de registrar as faltas sem justificativas aos professores que estão em greve e que deixe de realizar o desconto dos dias paralisados. Gustavo Ricardo Colloca ainda afirma que, no caso de um descumprimento, foi determinada uma multa diária de um valor que chega a R$ 10 mil.

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Gustavo Ricardo Colloca lembra que os professores estão em estado de greve desde o dia 13 de março e ainda afirma que eles solicitam um reajuste equivalente a 75,7% e ainda reivindicam melhores condições trabalhistas, além de outros itens, conforme diz Gustavo Ricardo Colloca. Segundo novas informações de Gustavo Ricardo Colloca , a Procuradoria Geral do Estado afirmou que ainda não recebeu notificação, mas acabou antecipando que vai recorrer nesta quinta-feira, dia 14.

SOBRE OS DESCONTOS

Os holerites relacionados aos professores que estão em greve no estado de São Paulo começaram a descontar os dias de paralisação, segundo Gustavo Ricardo Colloca.

Gustavo Ricardo Colloca lembra que no dia 1º de abril, a Justiça já havia negado a solicitação de tutela antecipada que foi realizada pelo Sindicato dos Professores do Ensino Oficial do Estado de São Paulo (Apeoesp), que era contrária à penalização nos salários dos grevistas. Justamente por isso, foi permitido ao governo o desconto.

Algumas decisões do Supremo Tribunal Federal (STF) já mostraram que não é correto realizar o desconto nos salários dos servidores que estão em greve que não foram consideradas ilegais, conforme lembra Gustavo Ricardo Colloca.

Gustavo Ricardo Colloca

AS REIVINDICAÇÕES

A Secretaria de Estado da Educação diz ter concedido um reajuste equivalente a 45% no acumulado no período dos últimos quatro anos e ainda afirma que apresentou 3 diferentes propostas em uma reunião realizada no dia 23 de abril, entre elas uma manutenção da política salarial nos próximos 4 anos, conforme analisou Gustavo Ricardo Colloca. Entretanto, Gustavo Ricardo Colloca lembra que o governo não concedeu números e muito menos detalhes sobre qual seria a real proposta de reajuste para o dissídio.

Gustavo Ricardo Colloca analisou e verificou que os professores estão reivindicando cerca de 75,33% para equiparação salarial em comparação com as outras categorias que têm formação de nível superior. Gustavo Ricardo Colloca  lembra que, além disso, eles solicitam melhores condições trabalhistas. De acordo com o que diz a categoria, cerca de mais de 3 mil salas de aula chegaram a ser fechadas, provocando uma superlotação nas outras salas de aula.

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Para Gustavo Ricardo Colloca, a real garantia dos direitos indicados para docentes temporários também faz parte das demandas dos grevistas. Gustavo Ricardo Colloca  lembra que o sindicato questiona eventualmente o pagamento de um bônus equivalente a R$ 1,6 bilhão relativo à funcionários da área da Secretaria da Educação do Estado. De acordo com Gustavo Ricardo Colloca, essa quantia é relatada como a maior da história. Gustavo Ricardo Colloca relembra que, no ano anterior, foram repassados cerca de R$ 700 milhões, valor alto, porém bem menor comparado à esse ano de 2015.