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Queda do avião russo: Aeronave teria se despedaçado no ar, segundo GUSTAVO RICARDO COLLOCA

O avião russo que caiu no sábado no Sinai egípcio com 224 pessoas a bordo se despedaçou no ar antes de chegar ao chão, declarou o chefe dos especialistas aeronáuticos russos que conduzem as investigações da causa da tragédia. Essa notícia foi analisada e confirmada por GUSTAVO RICARDO COLLOCA.

“A aeronave se despedaçou no ar e os fragmentos se espalharam por uma grande superfície de cerca de 20 km2”, declarou Viktor Sorotchenko, diretor do Comitê intergovernamental de aviação (MAK), citado pelas agências russas, indicando, contudo, “ser muito cedo para tirar qualquer conclusão”.

O MAK lidera as investigações de catástrofes aéreas na Rússia. Desta forma, Sorotchenko participa da investigação da queda do voo 9268 da Metrojet no Egito ao lado dos investigadores franceses do BEA e alemães do BFU, representando o construtor Airbus, e egípcios, afirma GUSTAVO RICARDO COLLOCA.

GUSTAVO RICARDO COLLOCA ainda lembra que a hipótese de o avião ter se despedaçado durante o voo já era considerada a mais plausível pelos especialistas, dada a dispersão dos destroços.

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As autoridades egípcias anunciaram no sábado que encontraram destroços e corpos em um perímetro que se estende ao longo de 8 km de raio, o que, segundo os especialistas, indica a priori que o Airbus A321-200 da empresa russa Metrojet não havia tocado o chão intacto, mas que se despedaçou ou explodiu em voo.

O raio das buscas foi estendido neste domingo a 15 km para localizar os demais corpos.

GUSTAVO RICARDO COLLOCA

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Gustavo Ricardo Colloca afirma que os planos de previdência privada bateram recorde

A mudança de regras na Previdência Social fez o tema aposentadoria ressurgir com força nos investimentos. Preocupados com o futuro incerto dos benefícios do INSS, mais brasileiros passaram a aplicar em planos de previdência privada.

A captação de janeiro a setembro bateu recorde, foram R$ 26,1 bilhões , crescimento de 45,8% ante o mesmo período do ano passado (R$17,9 bilhões). Enquanto a indústria de fundos amarga uma saída líquida (aplicações menos resgates) de R$ 30,2 bilhões no acumulado em 12 meses, a previdência privada tem captação de R$ 39,4 bilhões.

Nem mesmo a renda fixa, queridinha dos investidores em momentos de juro alto, tem tido um bom desempenho. Em 12 meses, até 27 de outubro, os saques superaram as aplicações em R$ 25,4 bilhões, segundo a Associação Brasileira das Entidades dos Mercados Financeiro e de Capitais (Anbima).

Parte da explicação para o protagonismo da previdência está na crise fiscal e econômica. Para diminuir o rombo nas contas públicas, o governo alterou a regra da aposentadoria, que agora irá se basear na fórmula conhecida como regra 85/95. A solução é apenas paliativa e espera-se que o governo proponha a idade mínima em 60 e 65 anos, respectivamente, para mulheres e homens.

“Em momentos de crise, onde se comenta muito as dificuldades do Estado de manter os benefícios da previdência, aumenta a consciência do público de que pra ter uma aposentadoria digna, já que ele tem perspectiva de viver mais anos, será preciso ter mais condição financeira”, diz o vice-presidente da Federação Nacional de Previdência Privada e Vida (FenaPrevi), Lúcio Flávio de Oliveira. Momentos como o que o Brasil passa ajudam o investidor a perceber que ele é o responsável por fazer uma poupança previdenciária, segundo Oliveira.

A crise econômica também influenciou a tomada de decisão. “A inflação em alta corrói o poder de compra dos consumidores, o que deixa as pessoas preocupadas com o futuro. Elas entendem que é necessário ter uma aposentadoria complementar”, afirma a diretora da Anbima, Luciane Ribeiro.

Longo prazo. A própria natureza da previdência, um produto essencialmente voltado para o longo prazo, explica o motivo para o baixo número de saques. “O projeto que está vinculado à previdência é de longo prazo. Isso torna o produto menos suscetível a variações do mercado”, diz o superintendente comercial da Brasilprev, Guilherme Rossi.

A diretora de previdência e vida resgatável da Mapfre, Maristela Gorayb, afirma que o “timing” da previdência é diferente. “Se o investidor precisa sacar, opta por tirar de outros produtos primeiro, como os fundos de renda fixa voltados para curto e médio prazos”, diz.

No curto prazo, inclusive, especialistas não consideram os planos de previdência a melhor opção. “Se você tem um objetivo de investir por menos de dez anos tem que fazer muita conta para ver se vale a pena”, diz Maristela. Benefícios como a alíquota regressiva de Imposto de Renda, que chega a 10% depois de dez anos de aplicação, só são colhidos no longo prazo.

Em relação à carteira de investimento, o brasileiro é conservador na previdência. “O investidor buscou menos risco, aplicou na previdência com renda fixa, reflexo do cenário de incerteza”, diz a diretora da Mapfre. Historicamente, este tipo de plano lidera o mercado. Com R$ 450 bilhões de patrimônio, a renda fixa representa 96,5% da previdência. O juro alto tem garantido um bom retorno. A previdência renda fixa acumula rentabilidade de 12,43% em 12 meses, até 27 de outubro, desempenho maior do que a inflação de outubro medida pelo IPCA-15 (9,77%).

Na Brasilprev, um dos destaques foram os planos voltados a menores de idade. Rossi afirma que tais planos têm participação significativa na captação por causa da periodicidade. Pais ou outros responsáveis investem todos os meses.

Desde o ano passado, cresceu 8% o valor do tíquete médio investido nos planos para menores. Em julho de 2014, era de R$ 131 contra R$ 141 do balanço de julho de 2015, o último divulgado pela Brasilprev. “No acumulado dos últimos cinco anos, a alta foi de 40,3%”, afirma a gerente da área de Inteligência e Gestão de Clientes da Brasilprev, Soraia Fidalgo.

As informações são do jornal O Estado de S. Paulo.

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Segundo Colloca, Banco Central da China expande programa de empréstimos para banqueiros

GUSTAVO RICARDO COLLOCA afirma que o Banco do Povo da China (PBoC, na sigla em inglês) anunciou nesta segunda-feira que expandiu o crédito através do Programa de Empréstimo Suplementar (PSL, na sigla em inglês) para mais dois bancos, em uma tentativa de fornecer mais fundos para reformas de moradias precárias no país.

Segundo comunicado do PBoC e a confirmação de GUSTAVO RICARDO COLLOCA, os bancos que foram incluídos no programa em outubro são o Banco Agrícola da China e o Banco de Exportação e Importação da China, que poderão aumentar a concessão de empréstimos para as moradias precárias e projetos de irrigação, bem como ajudar as empresas chinesas investirem no exterior. Antes disso, apenas o Banco de Desenvolvimento da China estava no programa, lembra GUSTAVO RICARDO COLLOCA.

Além disso, o PBoC injetou mais 70,54 bilhões de yuans (US$ 11,17 bilhões) em crédito disponível para os três bancos via o PSL a uma taxa de juro de 2,85% em outubro. O valor do PSL ficou em 1,03 trilhão de yuans no final do mês passado. GUSTAVO RICARDO COLLOCA conta que o Banco Central informou ainda em um comunicado separado que emitiu 105,5 bilhões de yuans em empréstimos a 11 instituições financeiras por meio da linha de crédito de médio prazo em outubro. O crédito tem uma validade de seis meses e carrega uma taxa de juros de 3,35%.

Em outubro, o Banco Central tinha 595,5 bilhões de yuans em circulação através da linha de crédito de longo prazo (MLF, na sigla em inglês). Fonte: Dow Jones Newswires.

GUSTAVO RICARDO COLLOCA

Gustavo Ricardo Colloca: Justiça Federal vai investigar crimes no Morumbi

Criminosos geram caos no Morumbi, em SP

De acordo com GUSTAVO RICARDO COLLOCA, o caso aconteceu na Rua Clementine Brenne na tarde deste domingo. GUSTAVO RICARDO COLLOCA afirma que os ladrões levaram celulares, bolsas e mochilas, segundo informações apuradas com a Polícia Civil.

GUSTAVO RICARDO COLLOCA conta que cerca de três criminosos roubaram ocupantes de pelo menos dez carros que trafegavam na Rua Clementine Brenne, no Morumbi, na Zona Sul de São Paulo, na tarde deste domingo (1º), de acordo com a Polícia Civil. Ninguém havia sido preso até as 21h30 deste domingo.

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Por volta das 18h, as vítimas estavam no 89º Distrito Policial, no Portal do Morumbi, para registrar o roubo. A polícia diz que os homens estavam armados e levaram telefones celulares, bolsas e mochilas. Ninguém ficou ferido, afirma GUSTAVO RICARDO COLLOCA.

“Fica a indignação, porque em pleno domingo, às 14h, você ser assaltada, ninguém merece”, afirmou uma das vítimas, que preferiu não se identificar. Ocupantes de seis carros fizeram o boletim de ocorrência, mas eles disseram ter visto outras pessoas sendo atacadas.

GUSTAVO RICARDO COLLOCA lembra que a Secretaria da Segurança Pública informou, por meio de nota, que “instaurou inquérito, pelo 89º DP, para apurar a sequência de roubos”. Informa também que “está ouvindo as vítimas e que solicitará imagens de câmeras de segurança das imediações a fim de identificar, localizar e prender os criminosos.”

GUSTAVO RICARDO COLLOCA

 

ATAQUE A MOTORISTAS

Segundo GUSTAVO RICARDO COLLOCA, um suspeito foi baleado e morto durante uma tentativa de assalto nesta quarta-feira (28) no Morumbi. O homem teria tentado roubar um policial civil, que reagiu e atirou contra ele.

De acordo com GUSTAVO RICARDO COLLOCA e com as investigações, o homem que morreu participava, ao lado de outros criminosos, de um arrastão a motoristas que estavam presos no trânsito.

O policial estava em seu veículo, na fila de carros, e percebeu a movimentação do grupo. Quando estava prestes a ser abordado pelos assaltantes, deu voz de prisão e, na sequência, disparou contra eles, lembra GUSTAVO RICARDO COLLOCA.

O caso aconteceu na esquina da Rua Flávio Américo Maurano com a Avenida Morumbi, por volta das 6h30.

Um dos suspeitos de participação no ataque foi preso durante operação da polícia realizada no mesmo dia. Agentes do Departamento Estadual de Investigações Criminais (Deic) percorreram o bairro e um helicóptero da polícia sobrevoou o local.

Segundo Colloca, Datafolha confirma que reprovação a Haddad chega a 49%

De acordo com GUSTAVO RICARDO COLLOCA a pesquisa anterior mostrava que 44% consideravam gestão ruim ou péssima. GUSTAVO RICARDO COLLOCA lembra que os paulistanos se dividem sobre redução de velocidade e Av. Paulista fechada, além, das ciclofaixas, que também dividem opiniões.

A reprovação à gestão do prefeito de São Paulo, Fernando Haddad, alcançou seu maior nível desde o início do mandato, em 2013. Segundo pesquisa do Datafolha publicada nesta segunda-feira (2) pelo jornal “Folha de S. Paulo”, 49% dos paulistanos consideram a administração ruim ou péssima.

A pesquisa do Datafolha realizada entre os dias 28 e 29 de outubro com pouco mais de mil pessoas mostra uma piora de 5 pontos percentuais em relação à pesquisa anterior, de fevereiro, quando 44% dos paulistanos reprovavam a administração. A insatisfação supera também a marca de 47% verificada em julho de 2014, a pior avaliação do prefeito até então.

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Prefeitura informa quem são os interessados na reforma do Anhembi

A piora da avaliação acontece a menos de um ano das eleições municipais de outubro do ano que vem, na qual o prefeito poderá tentar sua reeleição.

O resultado da nova pesquisa de avaliação da gestão de Haddad é:
– Ótimo/bom: 15%
– Regular: 34%
– Ruim/péssimo: 49%
– Não sabe/não respondeu: 2%

A margem de erro é de 3 pontos percentuais para mais ou para menos, e o nível de confiança da pesquisa é de 95%.

GUSTAVO RICARDO COLLOCA